O poder nunca me encantou, mas é encantador pra muitos. Gosto de entender um determinador poder como uma obrigação de servir a outros seres humanos. Isso é nobre.
Como sempre estou sonhando com a Aldeia dos Artista, me outorguei o poder. Mas estou a fim de perde-lo para alguém mais capacitado, no momento que isso for visivel.
Assim, como pensamos em uma tribo, deveremos ter um cacique. Aliás, sou eu mesmo. Mas de bom coração aceitaria um golpe de estado desde que isso fosse para o bem comum.
Mas pretendo dividir o poder da seguinte forma: escolher seis pessoas, a principio arbitrariamente, de acordo com o que penso delas(evidentemente que estejam desejosas de participar disso), para formarem um conselho, que será o poder legislativo. Caberá a essas pessoas fazer o estatuto, que será redigido e será nossa lei. Que nada mais é do que o estabelecimento do que uma pessoa pode Ou não fazer na nossa Aldeia dos Artistas.
Quando houver um impasse as votações serão a pratica para dissolve-lo
Portanto, seremos uma democracia. No caso de pessoas inteligentes isso pode funcionar muito bem.
O mesmo conselho atuará como poder judiciário, julgando os casos encaminhados para apreciação. No caso de alguma disputa ela deverá ser julgada pelo conselho. inclusive a entrada de novas pessoas. Também qual o número de pessoas o ideal para tal lugar.
Com o tempo o conselho escolhido arbitrariamente será subistituido por outro votado por todos. Assim, serão representantes mais legitimos do povo da aldeia.
Acho que se tivermos leis boas e justas tudo tende a ser muito harmonico.
Mas esse é mais um assunto em aberto e conto com varias cabeças pra pensarmos melhor.
O próximo passo é eu me reunir com os seis membros do conselho provisório e começarmos a trabalhar. Acho que ninguém vai querer entrar numa aventura dessa se não ver a coisa concretamente estabelecida.
E assim vamos construindo nosso sonho, primeiro na nossa mente, depois no chão do planeta terra.

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